terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Qual é a melhor Metodologia para o Gerenciamento de Projetos de Software?


 

Qual é a melhor metodologia para o gerenciamento de projetos de software?

A pergunta permanece atual e relevante. A resposta, porém, exige maturidade para interpretar o contexto do ambiente e as partes interessadas. Sendo assim, não existe uma "bala de prata" ou uma metodologia universalmente superior, mas sim a mais adequada ao contexto organizacional, ao tipo de produto e ao nível de incerteza envolvido.

A Jornada do "fazer digital" para o "ser digital", no Contexto das Indústrias 4.0 e 5.0


 

A jornada do "fazer digital" para o "ser digital", no contexto das Indústrias 4.0 e 5.0

Frequentemente, observo empresas que confundem a adoção de ferramentas com transformação. Como consequência, acabam presas a um ciclo recorrente de automação de ineficiências, sem qualquer impacto real na essência do negócio. Nesse estágio inicial, o fazer digital se manifesta por tecnologias isoladas, que funcionam como acessórios operacionais, mas não alteram a lógica da liderança nem a forma como decisões estratégicas são tomadas no cotidiano.

Lições Aprendidas como Pilar da Governança Organizacional


 

Lições Aprendidas como Pilar da Governança Organizacional

No ambiente corporativo, lições aprendidas ainda são, muitas vezes, tratadas como simples registros do passado. Entretanto, organizações com boa governança compreendem que lições aprendidas não se referem apenas ao que aconteceu, mas às decisões que a empresa passa a tomar a partir dessas experiências. É nesse contexto que a fórmula Lição aprendida = fato ocorrido + análise crítica + recomendação prática assume um papel estratégico.

O que se espera de uma liderança moderna?


 

O que se espera de uma liderança moderna?

A liderança moderna é essencialmente sistêmica, adaptativa e orientada a propósito, deixando para trás o modelo centrado apenas em autoridade e controle. O que se espera hoje é um executivo capaz de integrar estratégia, cultura, processos e tecnologia, atuando como agente ativo de transformação em ambientes complexos e dinâmicos.

O que o Caso Endrick tem a ver com a Excelência Operacional?

 


O que o caso Endrick tem a ver com a excelência operacional? A resposta está na forma como o talento humano é aproveitado. Endrick foi pouco utilizado no Real Madrid mesmo demonstrando enorme potencial e isso representa um desperdício de capacidade. Na lógica da excelência operacional, que busca eficiência e resultados consistentes, deixar de usar plenamente um recurso tão valioso significa comprometer o desempenho do sistema como um todo.

No Lugar Errado, todo o Potencial Tende a se tornar Irrelevante


No lugar errado, todo o potencial tende a se tornar irrelevante, não por ausência de competência, mas por falha estrutural do sistema que deveria sustentar o desempenho. O caso de Endrick evidencia com clareza esse fenômeno ao revelar que talento, investimento e expectativa não são suficientes quando o ambiente de gestão não oferece condições reais de desenvolvimento, continuidade e protagonismo. O problema central não está no indivíduo, mas na lógica organizacional que define como, quando e para que esse talento é utilizado.

A "Estética dos Dados" vs. a Realidade Operacional


 

A "estética dos dados" vs. a realidade operacional.

Certa vez, assessorando a governança de uma empresa, me deparei com um cenário que, à primeira vista, parecia absolutamente normal. Os dashboards de manutenção exibiam gráficos organizados, séries históricas estáveis e indicadores bem distribuídos entre manutenção preventiva e corretiva. Havia números, padrões e uma sensação de controle. Entretanto, algo não fechava. Ao observar os dados ao longo do tempo, percebi que tanto os custos quanto as horas paradas cresciam de forma contínua, independentemente do suposto investimento em prevenção.