
É cada vez mais comum ver
empresas mergulharem de cabeça na corrida pela Indústria 4.0, impulsionadas por
dicas de "consultores 4.0" que orientam investimentos expressivos em
sensores, automações, robôs, softwares e aumento da infraestrutura de TI. O
foco, muitas vezes, está em capturar o máximo possível de dados, como se o
simples fato de armazenar grandes volumes de informações fosse, por si só,
sinônimo de inteligência operacional.
Mas o que realmente está sendo feito com todos esses dados?



