segunda-feira, 21 de março de 2011

O efeito colateral da competência

Interessante artigo escrito por Wellington Moreira, em www.administradores.com.br.
As organizações estão em busca de pessoas competentes para seus quadros, mas nem sempre conseguem lidar com elas.
Dias atrás, numa conversa informal, escutei a história, em primeira mão, de um profissional que acabara de ser demitido graças à sua competência e aos ótimos resultados alcançados até então. É justo que você pense: "este profissional deve ter cometido algum deslize e agora está querendo apenas posar de injustiçado!" Infelizmente, não é o caso.
Há dois anos, ele atuava na empresa que o desligou e seus números foram muito melhores e consistentes do que os esperados pela organização. Porém, depois de algum tempo, profissionais de uma outra companhia do grupo no qual atua "pediram sua cabeça", pois a performance obtida por ele estava atrapalhando o alcance dos resultados daquela. Como era a parte mais frágil desta relação, acabou pagando o pato.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Gerenciamento de Lucros e Perdas

O gerenciamento P&L (profit and loss) significa gerenciar os lucros e perdas de uma empresa. Basicamente, traduz-se no total de vendas menos o total das despesas. Há uma paradigma que muitos pensam que gerenciar L&P é apenas responsabilidade da área de finanças. Na verdade, a área de finanças atua como um controlador de L&P dos negócios em geral. Também para ajudar a assegurar que as transações financeiras serão registradas e mantidas com precisão.
Ocorre que no processo de gerenciamento dos L&P é necessária a participação efetiva de outros atores, tais como: engenharia, produção, logística, RH. O fato é que são essas as áreas que gerenciam os processos da organização que realizam as entradas para o planejamento das finanças empresariais. Elas são os responsáveis pelo gerenciamento do orçamento, dos recursos (pessoas, capital, material, etc) e proporcionam a correta entrada de dados para o controle das finanças. No final, a meta é controlar o balanço entre as despesas e receitas, a fim de verificar se o negócio está operando de acordo com o planejamento financeiro e apurando lucro. Caso contrário, a empresa terá grandes problemas no fluxo de caixa. Para isso, normalmente é realizada uma análise mensal do desvio orçamentário.

terça-feira, 1 de março de 2011

CTRL-C e CTRL-V

Li recentemente uma matéria muito interessante e que me fez recordar uma das várias defesas de mestrado que já tive a oportunidade de ver. Trata-se de um ato cada vez mais comum no meio acadêmico e profissional. É o famoso CTRL-C / CTRL-V. A reportagem publicada no Globo News, na edição de 24/02/2011, dizia o seguinte: "O ministro da Defesa alemão Karl-Theodor zu Guttenberg copiou trechos da internet para sua tese de doutorado. Um jornal alemão fez a denúncia há cerca de uma semana e ele negou. Mas a imprensa descobriu mais de cem trechos copiados na tese dele de matérias de jornal. Ele fez com que funcionários públicos fizessem trabalhos para ele. A universidade anunciou que retirou o título de doutor do ministro."

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

O que é Coaching?

Coaching é um processo que utiliza técnicas, ferramentas e recursos de diversas ciências. Algumas pessoas dizem que Coaching é ciência, mas na realidade é um cocktail, um mix de recursos e técnicas que funcionam em ciências do comportamento (psicologia, sociologia, neurociências) e de ferramentas da administração de empresas, esportes, gestão de recursos humanos, planejamento estratégico e outros. É um processo que produz mudanças positivas e duradouras. Conduzido de maneira confidencial, individualmente ou em grupo, o Coaching é uma oportunidade de visualização clara dos pontos individuais, de aumento da autoconfiança, de quebrar barreiras de limitação, para que as pessoas possam conhecer e atingir seu potencial máximo e alcançar suas metas.

Mude o propósito antes de reestruturar e fazer downsizing

Autor: James Womack

Uma das minhas perguntas favoritas ao me reunir com líderes sênior de empresas é: "Qual é o propósito da sua organização?" A resposta típica e imediata é: "Ganhar dinheiro e crescer". "Mas", respondo, "essa resposta não tem nada a ver com os seus clientes, que fornecem o dinheiro que sua organização precisa para lucrar e crescer". Eu então repito minha pergunta, mas detalhando-a: "O que a sua organização faz para solucionar os problemas dos clientes melhor que os concorrentes, de tal forma que os antigos e novos clientes vão pagar um bom dinheiro pelos seus serviços e produtos e comprar mais ao longo do tempo?"

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

TEORIA SOBRE LIDERANÇA

Liderança: o chefe deve delegar competência
Delegar é uma condição difícil de ser estabelecida por alguns chefes. Mas é imprescindível para quem deseja ser ou ter um verdadeiro líder participativo e democrático na empresa moderna. É também uma questão de etiqueta, de bons modos, já que delegar com sabedoria evita atritos nas relações interpessoais.
"Aqueles que experimentam o poder uma vez nunca mais serão os mesmos."
Desde os tempos mais remotos, os homens primitivos já tinham chefe e, além disso, desde o nascimento, o ser humano já está acostumado a obedecer aos pais e aos professores até o término dos estudos. Por isso, são poucas as pessoas que estão preparadas para a autonomia real e, quando necessitam tomar uma decisão importante, sentem-se perdidas ou desajustadas por estarem acostumadas a ser dirigidas.

Clima Organizacional

O clima organizacional é um fenômeno resultante da interação dos elementos da cultura, como preceitos, caráter e tecnologia. Decorre do peso dos efeitos de cada um desses elementos culturais, valores, políticas, tradições, estilos gerenciais, comportamentos, expressões dos indivíduos envolvidos no processo e também resultante do conjunto de instrumentos, conhecimentos e processos operacionais da organização (SOUZA, 1978).
O clima organizacional influencia direta e indiretamente nos comportamentos, na motivação, na produtividade do trabalho e também na satisfação das pessoas envolvidas com a organização, e retrata o grau de satisfação material e emocional das pessoas no trabalho. Observa-se que este clima influencia profundamente a produtividade do indivíduo e, conseqüentemente da empresa. Assim sendo, o mesmo deve ser favorável e proporcionar motivação e interesse nos colaboradores, além de uma boa relação entre funcionários e empresa (LUZ, 2001).