quarta-feira, 2 de novembro de 2022

No Brasil, o voto é muito mais emocional do que racional e pragmático


Votei no Bolsonaro porque acredito nos números e resultados obtidos. No entanto, sou contra os protestos que ocorrem, após o resultado da eleição. Se não houve comprovação de fraude, todos nós devemos aceitar as regras da eleição e os votos da maioria. Resta agora então cobrar a manutenção das melhorias e observar o cumprimento dos compromissos e promessas do novo governo. 

Alguém ainda pode dizer que não é justo a forma como o novo governo ganhou. Nesse caso, deve-se seguir a via jurídica para argumentar as razões e injustiças. O fato é que o sistema político não segue padrões éticos e morais. Contudo, percebe-se que o grupo mais organizado e unido irá sobrepor o outro grupo se esse estiver dividido. Nessa "guerra" estratégica de coalizões, vencerá o grupo com a maior capacidade de unir adversários, mesmo que não esteja com as intenções verdadeiras. 

Infelizmente, o voto é muito mais emocional do que racional e pragmático. Sendo assim, só os números dos resultados positivos não são suficiente para ganhar as eleições. No voto tipo emocional, o mais importante é a imagem transmitida e a retórica agradável. No fim, o voto emocional segue o seguinte ditado popular: "Se alguém gosta de vc, irá ignorar seus defeitos, erros e até irá defender vc. Se alguém não gosta de vc, mesmo coberto de ouro e pedras preciosas irá te odiar, apontar seus defeitos e até inventar erros que não cometeu."