segunda-feira, 15 de setembro de 2025

O Perigo de Criar um Cemitério de Dados

 


É cada vez mais comum ver empresas mergulharem de cabeça na corrida pela Indústria 4.0, impulsionadas por dicas de "consultores 4.0" que orientam investimentos expressivos em sensores, automações, robôs, softwares e aumento da infraestrutura de TI. O foco, muitas vezes, está em capturar o máximo possível de dados, como se o simples fato de armazenar grandes volumes de informações fosse, por si só, sinônimo de inteligência operacional.

Mas o que realmente está sendo feito com todos esses dados?

Automação sem Eficiência é um Tiro no Pé

 


Por que automação sem eficiência é um Tiro no Pé? Vivemos uma era em que a transformação digital deixou de ser tendência e se tornou exigência. A chamada Indústria 4.0, marcada pela automação inteligente, integração de sistemas, Internet das Coisas (IoT), inteligência artificial e análise avançada de dados, tem impulsionado empresas de todos os portes a investir em tecnologias para ganhar competitividade, eficiência e agilidade.

No entanto, há um ponto crucial que ainda é negligenciado por muitas organizações: tecnologia por si só não resolve problemas estruturais. Na verdade, pode até agravá-los. Nesse contexto, Bill Gates, fundador da Microsoft, sintetizou essa ideia com clareza: "A primeira regra de qualquer tecnologia utilizada nos negócios é que a automação aplicada a uma operação eficiente aumentará a eficiência. A segunda é que a automação aplicada a uma operação ineficiente aumentará a ineficiência."

Essa frase é especialmente relevante no contexto atual, onde a pressa em adotar soluções digitais muitas vezes antecede a revisão dos processos internos. E esse é um erro que pode custar caro. Automatizar um processo que não foi previamente otimizado é como construir um prédio sobre um terreno instável. A tecnologia entra, acelera fluxos, coleta dados e gera relatórios inteligentes. Porém, tudo isso em cima de uma base desalinhada, ineficiente ou mal compreendida. O resultado? Gargalos mais rápidos, erros automatizados, retrabalhos padronizados, distanciamento do genba e decisões mal informadas.

Para realmente colher os frutos da transformação digital, é essencial olhar para dentro antes de olhar para fora. Isso significa mapear processos, envolver as pessoas que os executam diariamente, identificar falhas, repensar fluxos, eliminar desperdícios e, só então, aplicar tecnologia. Portando, o caminho para a Indústria 4.0 não é apenas técnico, mas profundamente humano.

Muitas vezes, a inovação mais impactante não vem da última ferramenta baseada em IA, mas da escuta ativa de um operador que conhece cada etapa do chão de fábrica ou de um analista que lida com gargalos no sistema há anos. A tecnologia é uma alavanca poderosa, mas precisa ser orientada por estratégia, contexto e cultura organizacional. Caso contrário, ela corre o risco de se tornar um enfeite caro e frustrante.

Portanto, antes de correr para automatizar tudo, vale refletir: meus processos estão prontos para serem automatizados? Minha equipe entende e domina os fluxos atuais? A tecnologia que desejo aplicar está resolvendo um problema real ou apenas seguindo uma tendência de mercado? Indústria 4.0 é sobre inteligência de dados, mas também sobre agregar valor. No fim, são as empresas que conseguem equilibrar tecnologia e gestão de forma estratégica que irão realmente colher os melhores resultados.

A Experiência de Iniciar um Projeto do Zero

 


Ao longo da minha carreira profissional, um dos maiores aprendizados que tive foi entender que iniciar algo do zero exige mais do que conhecimento técnico. Exige visão, coragem para enfrentar o desconhecido e disciplina para transformar projetos em realidades tangíveis. Foi justamente nesse cenário que vivi alguns dos momentos mais marcantes da minha trajetória profissional: os startups de fábricas e operações industriais.

A Soft Skill de Escutar, Orientar e Inspirar Pessoas

 


Ao longo da minha carreira profissional, descobri que a capacidade de escutar, orientar e inspirar pessoas é uma das soft skills mais valiosas que podemos desenvolver. Ser mentor não acontece apenas em ambientes formais, mas em diferentes dimensões da vida.

A Competitividade Depende da Capacidade de Otimizar Processos

 


No cenário industrial atual, sabemos que a competitividade depende da capacidade de otimizar processos, eliminar desperdícios e integrar pessoas, tecnologia e gestão. Foi exatamente nesse contexto que aplicamos metodologias como o BPM (Business Process Management) e o VSM (Value Stream Mapping) em projetos estratégicos no Polo Industrial de Manaus.

A Necessidade de Integrar a Inovação com a Prática do Pensar Diferente

 


No ambiente corporativo contemporâneo, muito se fala sobre a importância da inovação, da criatividade e da valorização de profissionais que "pensam fora da caixa". Na era da Inteligência Artificial, empresas destacam em seus discursos a busca por pessoas disruptivas, que desafiem padrões e contribuam com ideias originais.

Vantagens do Lean Manufacturing e o VSM

 


Em cada transformação industrial existe uma história silenciosa que poucos veem, mas que muda profundamente a forma como a empresa opera. E, por trás dos números e metas, estão pessoas, processos e decisões que tornam o impossível algo alcançável.

A competência de resolver problemas

 

 

Em um cenário profissional cada vez mais dinâmico, incerto e orientado por resultados, a capacidade de resolver problemas deixou de ser apenas desejável e passou a ser essencial. Mais do que uma habilidade técnica, trata-se de uma competência estratégica que impacta diretamente na eficiência, na inovação e na tomada de decisões das organizações. Profissionais que dominam essa competência são hoje os mais procurados e valorizados no mercado.

O saber é cognitivo e o fazer é emocional


“O saber é cognitivo e o fazer é emocional." Essa frase, à primeira vista simples, revela uma profunda verdade sobre o comportamento humano nas organizações e, por consequência, sobre os desafios enfrentados pelas empresas em seus processos de transformação, liderança e execução de estratégias.

Aumento da Eficiência e da Capacidade Instalada

 


Expandir a capacidade instalada de uma operação não significa, necessariamente, investir em novas máquinas ou aumentar o espaço físico da planta. Muitas vezes, esse crescimento pode ser alcançado de forma mais eficiente e sustentável ao melhorar o uso dos recursos já existentes.

quinta-feira, 10 de julho de 2025

A Integração da Tríade TPM, SMED e OEE

 

A busca pela excelência operacional nas indústrias modernas tem como pilares estratégicos a tríade formada pelo TPM (Total Productive Maintenance), o SMED (Single-Minute Exchange of Die) e o OEE (Overall Equipment Effectiveness). A integração dessas metodologias não representa apenas uma decisão inteligente, mas uma necessidade para alcançar altos níveis de desempenho, confiabilidade e competitividade, especialmente nos ambientes de manufatura enxuta presentes nos setores eletroeletrônico e de injeção plástica.

terça-feira, 8 de julho de 2025

A Crise da Responsabilidade Fiscal e a Ineficiência Estrutural da Gestão Pública


O Brasil enfrenta uma crise na responsabilidade fiscal, causada pela ineficiência estrutural da gestão pública, o que compromete a qualidade dos serviços entregues à população e coloca em risco a sustentabilidade fiscal do Estado.

Qual a Diferença entre Manipular e Influenciar?

 

Influenciar sem cair na armadilha da manipulação passa antes por compreender as necessidades e expectativas de cada pessoa envolvida num projeto ou negociação. Esse processo começa com o reconhecimento de que relações humanas são fundamentadas em confiança e respeito mútuo, não em fórmulas prontas ou artifícios de persuasão coercitivos.

Quem você prefere ser? Aquele que constrói ou aquele que destrói?

 

Numa terça-feira chuvosa, José acordou mais cedo que o habitual. Tinha uma reunião importante com o Chefe e queria estar preparado para mostrar os ótimos resultados. Separou os documentos, conferiu os dados, tomou um gole de café e saiu com tempo de sobra.

"Dimidium Facti qui Coepit Habet" --> "Quem Começou tem Metade Feito".


 

Cada novo dia surge como uma tela em branco, oferecendo ao profissional a oportunidade de agir e transformar ideias em resultados concretos. A máxima latina Dimidium facti qui coepit habet – “quem começa tem metade feito” – destaca o poder do primeiro passo: ao romper a inércia, já avançamos significativamente em direção aos nossos objetivos.

A Integração entre o VSM e o Lean


O mapeamento do fluxo de valor é a espinha dorsal da manufatura enxuta, pois oferece uma visão completa de todas as etapas pelo qual passam materiais e informações. Ao desenhar o fluxo atual, a organização identifica onde se escondem gargalos, estoques intermediários excessivos e atividades que não geram valor.

A Tríade: Modelagem, Remodelagem e Implementação

 

A eficiência organizacional nasce do mapeamento claro dos fluxos de trabalho, que funcionam como o esqueleto sobre o qual todas as atividades se articulam. Modelar processos é o primeiro passo para revelar gargalos, desperdícios e oportunidades de ganho de produtividade. Ao desenhar cada etapa com precisão e registrar suas interações, a empresa ganha visibilidade sobre custos, tempos e responsabilidades, criando um ponto de partida objetivo para a melhoria.

Solucionar Problemas: Um Diferencial Competitivo nas Organizações


 

Imagine a empresa como um navio navegando em mar aberto rumo aos seus objetivos estratégicos. Quando uma tempestade imprevista surge, um vazamento no casco ou um leme danificado ameaça desviar o curso planejado. Sem profissionais capacitados para diagnosticar o problema, planejar a correção e recalcular a rota, esse navio corre o risco de afundar. Esse cenário evidencia a necessidade de preparação e agilidade diante de desafios inesperados.

A Governança Corporativa tem seu alicerce nos processos.


 

É comum que estratégias bem definidas fiquem no papel quando não ganham contornos claros em processos operacionais. A geração de valor acontece na linha de frente, onde cada passo precisa refletir os objetivos traçados em reuniões de diretoria e planejamentos de longo prazo. Sem essa ponte entre a visão estratégica e as ações diárias, a empresa corre o risco de dispersar esforços em atividades que não contribuem para suas metas centrais.

A Gestão da Mudança e as Organizações que Aprendem


A transformação de uma empresa tradicional em uma Organização que Aprende começa com um processo de gestão da mudança ancorado no planejamento estratégico e no Sistema de Gestão Integrado. Antes de tudo, é fundamental mapear os processos-chaves, padronizar suas etapas e conectá-los diretamente aos objetivos de negócio. Esse diagnóstico inicial cria um referencial claro sobre onde a empresa está hoje e aponta os caminhos para alinhar cada atividade aos princípios do Lean Thinking e ao jeito de ser da organização.

O Perigo das "Armadilhas Digitais 4.0"


A corrida para adotar práticas da Indústria 4.0 pode levar gestores a confiar excessivamente em indicadores e painéis de controle, sem perceber que dados remotos nem sempre espelham com fidelidade a realidade operacional. Em um centro de atendimento de telefonia móvel, vivenciei esse desequilíbrio entre o virtual e o concreto ao aguardar por mais de uma hora na fila, enquanto apenas um entre sete guichês chamava senhas. A concentração de operadores em frente aos computadores criava a falsa impressão de pleno atendimento, quando na prática cinco postos permaneciam vazios.

Os Efeitos dos Esforços Pequenos e Consistentes

 


Melhorar um por cento a cada dia pode parecer um objetivo modesto, mas esse princípio é a base de transformações sólidas e de longo prazo. Ao concentrar esforços em aprimoramentos pequenos e consistentes, a organização evita a ansiedade por grandes saltos e mantém o foco nas atividades diárias que, somadas, elevam significativamente o desempenho.

No Fair Play, a Equipe Vence e Aprende Unida.


Em 1 Samuel 16:7 o Senhor alerta Samuel a não se deixar enganar pela aparência ou pela estatura do açoitador: Deus rejeitou Eliabe porque não julga como o homem julga, pois enquanto a avaliação humana se fixa no visível, a divina alcança o âmago do coração. No contexto de um ambiente de engenharia pautado por indicadores de desempenho, prazos e entregas, essa passagem nos convida a resgatar o valor das virtudes que não aparecem em relatórios, mas se refletem na solidez das soluções e na confiança mútua entre equipes.

Relação entre o NPI e o VSM


A introdução de novos produtos na linha de produção não apenas amplia o portfólio de modelos, mas impõe um desafio direto à manutenção da eficiência operacional conquistada até então. Quando lançamos um NPI, o volume e a variedade de peças começam a testar as premissas usadas no último Mapeamento do Fluxo de Valor. É nesse momento que se torna evidente a necessidade de atualizar o VSM, garantindo que ele reflita de forma fidedigna os tempos de ciclo, as operações envolvidas e as demandas de capacidade dos equipamentos.

A Educação Corporativa como um Diferencial Estratégico


A educação corporativa deixou de ser apenas um diferencial para se tornar um pilar estratégico na jornada de empresas que buscam se adaptar a um ambiente de constantes inovações e transformações. Investir em programas de capacitação contínua demonstra não apenas visão de futuro, mas também um compromisso genuíno com a evolução de cada colaborador e com o desenvolvimento sustentável da organização como um todo.

Tempos de Ciclo Incorretos e os Impactos na Gestão Operacional

Os tempos de ciclo são a espinha dorsal do cálculo de custos operacionais e servem de referência para decidir desde a quantidade de mão de obra necessária até o preço de venda de cada unidade produzida. Quando esses tempos estão incorretos, toda a lógica de apuração de custos e formação de preços fica comprometida, gerando desalinhamentos que reverberam em diferentes áreas da empresa.

Metodologia SMED (Single Minute Exchange of Die)

 


A metodologia SMED (Single Minute Exchange of Die) baseia-se na distinção entre atividades de setup internas, que só podem ser realizadas com a máquina parada, e atividades externas, que podem ocorrer enquanto o equipamento ainda opera. Ao identificar cada tarefa e classificá-la conforme essa divisão, a empresa obtém clareza sobre onde investir esforços para reduzir o tempo total de troca e liberar a máquina para produção.

Gerenciar Projetos Significa Orquestrar Atividades, Recursos e Resultados

 

Gerenciar projetos significa orquestrar com precisão cada atividade, ferramenta e recurso envolvido na entrega de um resultado concreto. Desde a definição clara dos objetivos até a alocação de equipes qualificadas, o gestor de projetos atua como um maestro que garante que todas as vozes – engenheiros, fornecedores, patrocinadores – soem em harmonia, sem atropelos de prazos ou estouros de orçamento.

Como cultivar a gratidão no ambiente de trabalho?

 

Cultivar a gratidão no ambiente profissional vai muito além de um gesto de cortesia, trata-se de um alicerce para fortalecer a inteligência emocional e construir uma trajetória de sucesso. Em cenários sob pressão constante, com metas desafiadoras e prazos apertados, reconhecer cada aprendizado e cada pequena vitória ajuda o profissional a manter a motivação. Esse hábito não elimina as dificuldades, mas reduz o desgaste mental e oferece mais clareza na hora de tomar decisões, contribuindo para um desempenho mais consistente diante dos desafios.

Como fazer a diferença na vida das pessoas?

 

Transformar a rotina das pessoas vai muito além de um ato caridoso, mas também uma força capaz de remodelar realidades e gerar efeitos duradouros. Em ambientes de engenharia, cada inovação, cada ajuste de processo e cada solução projetada com empatia carrega o potencial de melhorar vidas. Seja na criação de produtos mais acessíveis, na otimização de sistemas produtivos ou na implementação de práticas sustentáveis, nosso trabalho ecoa muito além das planilhas e dos desenhos técnicos.

O que a Bíblia ensina sobre Liderança e Gestão de Pessoas?

Você talvez não espere encontrar na Bíblia um manual de gestão de pessoas, mas em Mateus 18:15 Jesus ensina um princípio de liderança tão eficaz hoje quanto era há dois mil anos. Quando diz “Se o seu irmão pecar contra você, vá e repreenda-o em particular. Se ele ouvir, você ganhou o seu irmão”, Ele está propondo um modelo de feedback direto, discreto e com foco na restauração da relação, em vez de expor o erro publicamente.

Gestão por Processos, no Contexto da Transformação Digital 4.0

A gestão por processos é uma abordagem que coloca o foco nas atividades que de fato geram valor para o cliente, partindo da identificação e modelagem dos fluxos de trabalho, passando pela execução e monitoramento, até a melhoria contínua das operações. Ao estruturar cada processo em etapas claras e interligadas, a organização consegue alinhar suas rotinas aos objetivos estratégicos definidos, garantindo que cada recurso, seja humano ou tecnológico, seja direcionado para o que realmente importa.

Modelagem de Processos, antes da Transformação Digital.

 

A modelagem de processos é um pilar essencial para qualquer organização que queira compreender, analisar e aprimorar seus fluxos de trabalho. Ao mapear cada etapa, fica possível identificar gargalos que atrasam entregas, eliminar redundâncias que consomem tempo e automatizar tarefas repetitivas que acabam por ocupar recursos humanos em atividades de baixo valor. Esse olhar estratégico sobre o fluxo operacional promove ganhos imediatos de eficiência e libera capacidade produtiva para demandas mais críticas.

A Cultura do Faz de Conta

 

A epidemia de uma cultura organizacional do faz de conta emerge quando valores, missão e visão existem apenas em painéis coloridos e manuais institucionais. Nesse cenário, o discurso sobre cultura, tão valorizado nos processos de gestão contemporânea, se reduz a um roteiro decorado, incapaz de orientar comportamentos reais e consolidar crenças compartilhadas pela equipe.

Custos Operacionais versus Balanceamento de Processos


Sua empresa tem certeza de que os custos operacionais estão corretos? Muitas organizações enfrentam essa dúvida diariamente, pois a falta de visibilidade sobre as despesas gera incertezas que afetam decisões estratégicas. Para solucionar esse problema e, ao mesmo tempo, elevar a produtividade, é essencial adotar práticas estruturadas de balanceamento de processos e estações de trabalho.

As Técnicas de VSM e BPMN


 

As técnicas de Value Stream Mapping (VSM) e Business Process Model and Notation (BPMN) assumem papel fundamental quando uma organização busca alinhar suas operações aos objetivos estratégicos definidos. Sem esse alinhamento, cada processo pode consumir tempo, pessoas, equipamentos e insumos em atividades que não agregam valor ao negócio e acabam desviando os esforços dos resultados esperados. Ao mapear fluxos de trabalho e identificar metas claras para cada etapa, a empresa garante que todos os recursos estejam voltados para cumprir sua missão e suas diretrizes de longo prazo.

A Softskill Longanimidade


A longanimidade descreve a capacidade de enfrentar adversidades, ofensas e desafios com paciência, tolerância e perseverança, atributos que hoje ganham relevância reconhecida no universo corporativo, onde as “soft skills” são cada vez mais valorizadas. Essa virtude, antes vista como ultrapassada, assume papel estratégico em ambientes de trabalho marcados pela alta complexidade e velocidade de mudanças, pois permite encarar obstáculos sem perder o foco nos objetivos e sem comprometer o clima organizacional.

Qual a importância de mapear processos?


 

Mapear processos fornece às empresas uma visão clara de cada etapa de trabalho, definindo responsabilidades, fluxos e padrões de execução. Isso evita erros e retrabalhos decorrentes de interpretações distintas, pois todos sabem exatamente o que fazer, como fazer e quem deve responder por cada atividade. A padronização gerada pelo mapeamento também facilita a integração de novos colaboradores, que encontram instruções objetivas e fluxos já estruturados para orientar seu desempenho.

Método, ferramenta e técnica: afinal, qual a diferença?


No universo da engenharia é comum ouvirmos os termos “método”, “ferramenta” e “técnica” sendo utilizados como sinônimos. No entanto, apesar de se complementarem, esses conceitos carregam significados distintos e exercem papéis específicos na prática profissional. Compreender suas diferenças é essencial para aplicar soluções de forma mais precisa, eficaz e fundamentada.

segunda-feira, 2 de junho de 2025

Propostas para resolver a polêmica do asfaltamento da BR319


A polêmica do asfaltamento da BR-319, que liga Manaus a Porto Velho, gira em torno do equilíbrio entre desenvolvimento e preservação ambiental. Esse assunto está vivo há pelo menos 20 anos como tema central, mas existe desde sua deterioração nos anos 1980.

sexta-feira, 30 de maio de 2025

As frases que ecoam durante a Gestão da Mudança e as Melhorias de Processo

 

Como especialista em gestão da mudança e melhoria de processos, observo constantemente um turbilhão de emoções e reações que acompanham a implementação de novas formas de trabalho. Em meio aos projetos, workshops e treinamentos, algumas frases se destacam, ecoando pelos departamentos, chão de fábrica e salas de reunião, revelando as resistências que permeiam o processo de mudança do status quo.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2025

Como usar a técnica do Storytelling sem parecer prolixo?

 


Como usar a técnica do Storytelling sem parecer prolixo? Primeiramente, é bom explicar o que é ser prolixo. Trata-se do ato de se expressar de maneira excessivamente detalhada ou longa, muitas vezes incluindo informações desnecessárias e tornando a comunicação menos clara e objetiva. Pessoas prolixas tendem a usar mais palavras do que o necessário para transmitir uma ideia, o que pode deixar o discurso cansativo e difícil de seguir.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025

Empatia: O Elo Perdido nas Relações Humanas


Imagine um mundo onde cada gesto, cada palavra e cada ação fosse guiada pela empatia. Esse poder transformador reside em todos nós, e ao praticá-lo, podemos criar conexões mais profundas e significativas.