quinta-feira, 10 de julho de 2025

A Integração da Tríade TPM, SMED e OEE

 

A busca pela excelência operacional nas indústrias modernas tem como pilares estratégicos a tríade formada pelo TPM (Total Productive Maintenance), o SMED (Single-Minute Exchange of Die) e o OEE (Overall Equipment Effectiveness). A integração dessas metodologias não representa apenas uma decisão inteligente, mas uma necessidade para alcançar altos níveis de desempenho, confiabilidade e competitividade, especialmente nos ambientes de manufatura enxuta presentes nos setores eletroeletrônico e de injeção plástica.

terça-feira, 8 de julho de 2025

A Crise da Responsabilidade Fiscal e a Ineficiência Estrutural da Gestão Pública


O Brasil enfrenta uma crise na responsabilidade fiscal, causada pela ineficiência estrutural da gestão pública, o que compromete a qualidade dos serviços entregues à população e coloca em risco a sustentabilidade fiscal do Estado.

Qual a Diferença entre Manipular e Influenciar?

 

Influenciar sem cair na armadilha da manipulação passa antes por compreender as necessidades e expectativas de cada pessoa envolvida num projeto ou negociação. Esse processo começa com o reconhecimento de que relações humanas são fundamentadas em confiança e respeito mútuo, não em fórmulas prontas ou artifícios de persuasão coercitivos.

Quem você prefere ser? Aquele que constrói ou aquele que destrói?

 

Numa terça-feira chuvosa, José acordou mais cedo que o habitual. Tinha uma reunião importante com o Chefe e queria estar preparado para mostrar os ótimos resultados. Separou os documentos, conferiu os dados, tomou um gole de café e saiu com tempo de sobra.

"Dimidium Facti qui Coepit Habet" --> "Quem Começou tem Metade Feito".


 

Cada novo dia surge como uma tela em branco, oferecendo ao profissional a oportunidade de agir e transformar ideias em resultados concretos. A máxima latina Dimidium facti qui coepit habet – “quem começa tem metade feito” – destaca o poder do primeiro passo: ao romper a inércia, já avançamos significativamente em direção aos nossos objetivos.

A Integração entre o VSM e o Lean


O mapeamento do fluxo de valor é a espinha dorsal da manufatura enxuta, pois oferece uma visão completa de todas as etapas pelo qual passam materiais e informações. Ao desenhar o fluxo atual, a organização identifica onde se escondem gargalos, estoques intermediários excessivos e atividades que não geram valor.

A Tríade: Modelagem, Remodelagem e Implementação

 

A eficiência organizacional nasce do mapeamento claro dos fluxos de trabalho, que funcionam como o esqueleto sobre o qual todas as atividades se articulam. Modelar processos é o primeiro passo para revelar gargalos, desperdícios e oportunidades de ganho de produtividade. Ao desenhar cada etapa com precisão e registrar suas interações, a empresa ganha visibilidade sobre custos, tempos e responsabilidades, criando um ponto de partida objetivo para a melhoria.

Solucionar Problemas: Um Diferencial Competitivo nas Organizações


 

Imagine a empresa como um navio navegando em mar aberto rumo aos seus objetivos estratégicos. Quando uma tempestade imprevista surge, um vazamento no casco ou um leme danificado ameaça desviar o curso planejado. Sem profissionais capacitados para diagnosticar o problema, planejar a correção e recalcular a rota, esse navio corre o risco de afundar. Esse cenário evidencia a necessidade de preparação e agilidade diante de desafios inesperados.

A Governança Corporativa tem seu alicerce nos processos.


 

É comum que estratégias bem definidas fiquem no papel quando não ganham contornos claros em processos operacionais. A geração de valor acontece na linha de frente, onde cada passo precisa refletir os objetivos traçados em reuniões de diretoria e planejamentos de longo prazo. Sem essa ponte entre a visão estratégica e as ações diárias, a empresa corre o risco de dispersar esforços em atividades que não contribuem para suas metas centrais.

A Gestão da Mudança e as Organizações que Aprendem


A transformação de uma empresa tradicional em uma Organização que Aprende começa com um processo de gestão da mudança ancorado no planejamento estratégico e no Sistema de Gestão Integrado. Antes de tudo, é fundamental mapear os processos-chaves, padronizar suas etapas e conectá-los diretamente aos objetivos de negócio. Esse diagnóstico inicial cria um referencial claro sobre onde a empresa está hoje e aponta os caminhos para alinhar cada atividade aos princípios do Lean Thinking e ao jeito de ser da organização.

O Perigo das "Armadilhas Digitais 4.0"


A corrida para adotar práticas da Indústria 4.0 pode levar gestores a confiar excessivamente em indicadores e painéis de controle, sem perceber que dados remotos nem sempre espelham com fidelidade a realidade operacional. Em um centro de atendimento de telefonia móvel, vivenciei esse desequilíbrio entre o virtual e o concreto ao aguardar por mais de uma hora na fila, enquanto apenas um entre sete guichês chamava senhas. A concentração de operadores em frente aos computadores criava a falsa impressão de pleno atendimento, quando na prática cinco postos permaneciam vazios.

Os Efeitos dos Esforços Pequenos e Consistentes

 


Melhorar um por cento a cada dia pode parecer um objetivo modesto, mas esse princípio é a base de transformações sólidas e de longo prazo. Ao concentrar esforços em aprimoramentos pequenos e consistentes, a organização evita a ansiedade por grandes saltos e mantém o foco nas atividades diárias que, somadas, elevam significativamente o desempenho.

No Fair Play, a Equipe Vence e Aprende Unida.


Em 1 Samuel 16:7 o Senhor alerta Samuel a não se deixar enganar pela aparência ou pela estatura do açoitador: Deus rejeitou Eliabe porque não julga como o homem julga, pois enquanto a avaliação humana se fixa no visível, a divina alcança o âmago do coração. No contexto de um ambiente de engenharia pautado por indicadores de desempenho, prazos e entregas, essa passagem nos convida a resgatar o valor das virtudes que não aparecem em relatórios, mas se refletem na solidez das soluções e na confiança mútua entre equipes.

Relação entre o NPI e o VSM


A introdução de novos produtos na linha de produção não apenas amplia o portfólio de modelos, mas impõe um desafio direto à manutenção da eficiência operacional conquistada até então. Quando lançamos um NPI, o volume e a variedade de peças começam a testar as premissas usadas no último Mapeamento do Fluxo de Valor. É nesse momento que se torna evidente a necessidade de atualizar o VSM, garantindo que ele reflita de forma fidedigna os tempos de ciclo, as operações envolvidas e as demandas de capacidade dos equipamentos.

A Educação Corporativa como um Diferencial Estratégico


A educação corporativa deixou de ser apenas um diferencial para se tornar um pilar estratégico na jornada de empresas que buscam se adaptar a um ambiente de constantes inovações e transformações. Investir em programas de capacitação contínua demonstra não apenas visão de futuro, mas também um compromisso genuíno com a evolução de cada colaborador e com o desenvolvimento sustentável da organização como um todo.

Tempos de Ciclo Incorretos e os Impactos na Gestão Operacional

Os tempos de ciclo são a espinha dorsal do cálculo de custos operacionais e servem de referência para decidir desde a quantidade de mão de obra necessária até o preço de venda de cada unidade produzida. Quando esses tempos estão incorretos, toda a lógica de apuração de custos e formação de preços fica comprometida, gerando desalinhamentos que reverberam em diferentes áreas da empresa.

Metodologia SMED (Single Minute Exchange of Die)

 


A metodologia SMED (Single Minute Exchange of Die) baseia-se na distinção entre atividades de setup internas, que só podem ser realizadas com a máquina parada, e atividades externas, que podem ocorrer enquanto o equipamento ainda opera. Ao identificar cada tarefa e classificá-la conforme essa divisão, a empresa obtém clareza sobre onde investir esforços para reduzir o tempo total de troca e liberar a máquina para produção.

Gerenciar Projetos Significa Orquestrar Atividades, Recursos e Resultados

 

Gerenciar projetos significa orquestrar com precisão cada atividade, ferramenta e recurso envolvido na entrega de um resultado concreto. Desde a definição clara dos objetivos até a alocação de equipes qualificadas, o gestor de projetos atua como um maestro que garante que todas as vozes – engenheiros, fornecedores, patrocinadores – soem em harmonia, sem atropelos de prazos ou estouros de orçamento.

Como cultivar a gratidão no ambiente de trabalho?

 

Cultivar a gratidão no ambiente profissional vai muito além de um gesto de cortesia, trata-se de um alicerce para fortalecer a inteligência emocional e construir uma trajetória de sucesso. Em cenários sob pressão constante, com metas desafiadoras e prazos apertados, reconhecer cada aprendizado e cada pequena vitória ajuda o profissional a manter a motivação. Esse hábito não elimina as dificuldades, mas reduz o desgaste mental e oferece mais clareza na hora de tomar decisões, contribuindo para um desempenho mais consistente diante dos desafios.

Como fazer a diferença na vida das pessoas?

 

Transformar a rotina das pessoas vai muito além de um ato caridoso, mas também uma força capaz de remodelar realidades e gerar efeitos duradouros. Em ambientes de engenharia, cada inovação, cada ajuste de processo e cada solução projetada com empatia carrega o potencial de melhorar vidas. Seja na criação de produtos mais acessíveis, na otimização de sistemas produtivos ou na implementação de práticas sustentáveis, nosso trabalho ecoa muito além das planilhas e dos desenhos técnicos.

O que a Bíblia ensina sobre Liderança e Gestão de Pessoas?

Você talvez não espere encontrar na Bíblia um manual de gestão de pessoas, mas em Mateus 18:15 Jesus ensina um princípio de liderança tão eficaz hoje quanto era há dois mil anos. Quando diz “Se o seu irmão pecar contra você, vá e repreenda-o em particular. Se ele ouvir, você ganhou o seu irmão”, Ele está propondo um modelo de feedback direto, discreto e com foco na restauração da relação, em vez de expor o erro publicamente.

Gestão por Processos, no Contexto da Transformação Digital 4.0

A gestão por processos é uma abordagem que coloca o foco nas atividades que de fato geram valor para o cliente, partindo da identificação e modelagem dos fluxos de trabalho, passando pela execução e monitoramento, até a melhoria contínua das operações. Ao estruturar cada processo em etapas claras e interligadas, a organização consegue alinhar suas rotinas aos objetivos estratégicos definidos, garantindo que cada recurso, seja humano ou tecnológico, seja direcionado para o que realmente importa.

Modelagem de Processos, antes da Transformação Digital.

 

A modelagem de processos é um pilar essencial para qualquer organização que queira compreender, analisar e aprimorar seus fluxos de trabalho. Ao mapear cada etapa, fica possível identificar gargalos que atrasam entregas, eliminar redundâncias que consomem tempo e automatizar tarefas repetitivas que acabam por ocupar recursos humanos em atividades de baixo valor. Esse olhar estratégico sobre o fluxo operacional promove ganhos imediatos de eficiência e libera capacidade produtiva para demandas mais críticas.

A Cultura do Faz de Conta

 

A epidemia de uma cultura organizacional do faz de conta emerge quando valores, missão e visão existem apenas em painéis coloridos e manuais institucionais. Nesse cenário, o discurso sobre cultura, tão valorizado nos processos de gestão contemporânea, se reduz a um roteiro decorado, incapaz de orientar comportamentos reais e consolidar crenças compartilhadas pela equipe.

Custos Operacionais versus Balanceamento de Processos


Sua empresa tem certeza de que os custos operacionais estão corretos? Muitas organizações enfrentam essa dúvida diariamente, pois a falta de visibilidade sobre as despesas gera incertezas que afetam decisões estratégicas. Para solucionar esse problema e, ao mesmo tempo, elevar a produtividade, é essencial adotar práticas estruturadas de balanceamento de processos e estações de trabalho.

As Técnicas de VSM e BPMN


 

As técnicas de Value Stream Mapping (VSM) e Business Process Model and Notation (BPMN) assumem papel fundamental quando uma organização busca alinhar suas operações aos objetivos estratégicos definidos. Sem esse alinhamento, cada processo pode consumir tempo, pessoas, equipamentos e insumos em atividades que não agregam valor ao negócio e acabam desviando os esforços dos resultados esperados. Ao mapear fluxos de trabalho e identificar metas claras para cada etapa, a empresa garante que todos os recursos estejam voltados para cumprir sua missão e suas diretrizes de longo prazo.

A Softskill Longanimidade


A longanimidade descreve a capacidade de enfrentar adversidades, ofensas e desafios com paciência, tolerância e perseverança, atributos que hoje ganham relevância reconhecida no universo corporativo, onde as “soft skills” são cada vez mais valorizadas. Essa virtude, antes vista como ultrapassada, assume papel estratégico em ambientes de trabalho marcados pela alta complexidade e velocidade de mudanças, pois permite encarar obstáculos sem perder o foco nos objetivos e sem comprometer o clima organizacional.

Qual a importância de mapear processos?


 

Mapear processos fornece às empresas uma visão clara de cada etapa de trabalho, definindo responsabilidades, fluxos e padrões de execução. Isso evita erros e retrabalhos decorrentes de interpretações distintas, pois todos sabem exatamente o que fazer, como fazer e quem deve responder por cada atividade. A padronização gerada pelo mapeamento também facilita a integração de novos colaboradores, que encontram instruções objetivas e fluxos já estruturados para orientar seu desempenho.

Método, ferramenta e técnica: afinal, qual a diferença?


No universo da engenharia é comum ouvirmos os termos “método”, “ferramenta” e “técnica” sendo utilizados como sinônimos. No entanto, apesar de se complementarem, esses conceitos carregam significados distintos e exercem papéis específicos na prática profissional. Compreender suas diferenças é essencial para aplicar soluções de forma mais precisa, eficaz e fundamentada.